A vitrine é aberta
por aquilo que cerca
sem cartaz ou faixa
diz o interior
mas a maioria das outras
vitrines
sem turvam ao perceber
que a vitrine é transparente
mas o que de mais caro possui
está nos fundos da galeria
logo de cara se encontra
um sorriso
e a dispretenciosidade da amostra
que não quer ser comprada
mas procura o fundo de outras galerias
tentando limpar o turvo
a vitrine também não possui alto falantes
pois é com palavras baixas e carregadas
com senso é claro
se atraem
as freguesias mais ousadas
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
O Tocador de Flautas
Certa vez tiveram uma idéia genial. Contrataram um habilidoso flautista que, através de sua música, conseguiria hipnotizar os ratos de uma cidade infestada.
Hoje em dia estamos cheios de flautistas e eles estão por toda parte, estão porque certo dia tiveram a brilhante idéia de "criar" um flautista que nos roubasse os valores, a moral, o certo e o errado, nos tiraram o interesse pelo bem comum, planificaram os julgamentos nesse mundo em que "tudo é igual" e enxertaram em palavras tão significativas outras palavras que relativizam e diminuem o sentido real delas mesmas. Nos extinguiram o significado da vida e nos enquadraram em ações rotineiras em busca do que nos ajudará a ter mais e a ser e pensar menos. A cada dia vêm um novo jornal e a notícia de ontem já não existe, o que acontece amanhã anula o nosso hoje e os escândalos nacionais ontem são águas passadas.
O que é essa música que sinto nos meus ouvidos e que me aflige o cérebro e me toma as atitudes? Quem a toca e quem teve a idéia de contratá-lo? Até quando vou dançar essa música? Até quando vou ser considerado um "careta" por professar uma religião, por escolher estar as vezes em casa com a minha família em vez de ir para a balada, por ter e defender as minhas opiniões políticas acreditando que é o meio criado para defender a todos e promover o bem da população? Desde quando eu preciso diariamente de um jornal com mais de 50 folhas de informação sobre o que acontece em vez de saber as informações que realmente me manteriam informado e com muito menos páginas? Porque não noticiam no mundo as coisas boas que acontecem e através de bombardamentos de sangue e atos negativos nos treinam para desconfiar de tudo e de todos e não dar credibilidade a nenhum tipo de instituição burocrática? Porque não estudamos no ensino médio arte, filosofia, sociologia, política, religiões e psicologia? Porque não pensamos no que seria bom para todos e para os outros em vez de pensar apenas no que é bom para nós?
Nos limitam e nos escondem as informações e idéias do verdadeiro propósito de tudo isso que existe mas se talvez esse flautista já tenha parado de tocar e as informações e idéias estão ao alcance de todos, porque será que sua maldita música ainda toca em rádios, TVs, computadores, celulares e MP3s?
Quando que meus ouvidos vão deixar de escutar uma música viciada e quando poderei resolver o que vou fazer da minha única vida?
Hoje em dia estamos cheios de flautistas e eles estão por toda parte, estão porque certo dia tiveram a brilhante idéia de "criar" um flautista que nos roubasse os valores, a moral, o certo e o errado, nos tiraram o interesse pelo bem comum, planificaram os julgamentos nesse mundo em que "tudo é igual" e enxertaram em palavras tão significativas outras palavras que relativizam e diminuem o sentido real delas mesmas. Nos extinguiram o significado da vida e nos enquadraram em ações rotineiras em busca do que nos ajudará a ter mais e a ser e pensar menos. A cada dia vêm um novo jornal e a notícia de ontem já não existe, o que acontece amanhã anula o nosso hoje e os escândalos nacionais ontem são águas passadas.
O que é essa música que sinto nos meus ouvidos e que me aflige o cérebro e me toma as atitudes? Quem a toca e quem teve a idéia de contratá-lo? Até quando vou dançar essa música? Até quando vou ser considerado um "careta" por professar uma religião, por escolher estar as vezes em casa com a minha família em vez de ir para a balada, por ter e defender as minhas opiniões políticas acreditando que é o meio criado para defender a todos e promover o bem da população? Desde quando eu preciso diariamente de um jornal com mais de 50 folhas de informação sobre o que acontece em vez de saber as informações que realmente me manteriam informado e com muito menos páginas? Porque não noticiam no mundo as coisas boas que acontecem e através de bombardamentos de sangue e atos negativos nos treinam para desconfiar de tudo e de todos e não dar credibilidade a nenhum tipo de instituição burocrática? Porque não estudamos no ensino médio arte, filosofia, sociologia, política, religiões e psicologia? Porque não pensamos no que seria bom para todos e para os outros em vez de pensar apenas no que é bom para nós?
Nos limitam e nos escondem as informações e idéias do verdadeiro propósito de tudo isso que existe mas se talvez esse flautista já tenha parado de tocar e as informações e idéias estão ao alcance de todos, porque será que sua maldita música ainda toca em rádios, TVs, computadores, celulares e MP3s?
Quando que meus ouvidos vão deixar de escutar uma música viciada e quando poderei resolver o que vou fazer da minha única vida?
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Tu
Hoje haver significa ser? Essa e a pergunta-chave. Sera que sou mais feliz a medida que compro mais uma roupa, ou um carro, ou um acessório?
A sociedade nos impõe em larga escala e torrencialmente as últimas modas e nos promete a felicidade através de um produto que tem média-curta vida.
Não nos iludamos em dizer que aquistar qualquer coisa não nos traz nada. Traz sim um sentimento que nos deixa felizes por pouco tempo e com prazo de validade. Não se engane pensando que a felicidade tem prazo de vida pois não tem, mas esse é um discurso para depois.
O que sentimos quando compramos alguma coisa não é nada mais que prazer. O prazer que nos conduz a comprar mais para sentir mais prazer.
Nesse momento existe a possibilidade, e sempre existirá, da escolha do ser. A escolha do ser não significa nunca mais na vida comprar mas sim dar o real valor ao gesto. Significa atuar numa cultura nova onde se compra porque existe uma necessidade em questão, mudando assim o escopo da compra, afinal compro porque tenho necessidade e não porque farei inveja nos outros ou para sentir aquele velho prazer que nso distancia do que somos.
Quem é você? Quais são seus defeitos e sua virtudes? O que gostas e o que não gostas?
Escolhes hoje a alegria de ser ou o prazer de haver?
A sociedade nos impõe em larga escala e torrencialmente as últimas modas e nos promete a felicidade através de um produto que tem média-curta vida.
Não nos iludamos em dizer que aquistar qualquer coisa não nos traz nada. Traz sim um sentimento que nos deixa felizes por pouco tempo e com prazo de validade. Não se engane pensando que a felicidade tem prazo de vida pois não tem, mas esse é um discurso para depois.
O que sentimos quando compramos alguma coisa não é nada mais que prazer. O prazer que nos conduz a comprar mais para sentir mais prazer.
Nesse momento existe a possibilidade, e sempre existirá, da escolha do ser. A escolha do ser não significa nunca mais na vida comprar mas sim dar o real valor ao gesto. Significa atuar numa cultura nova onde se compra porque existe uma necessidade em questão, mudando assim o escopo da compra, afinal compro porque tenho necessidade e não porque farei inveja nos outros ou para sentir aquele velho prazer que nso distancia do que somos.
Quem é você? Quais são seus defeitos e sua virtudes? O que gostas e o que não gostas?
Escolhes hoje a alegria de ser ou o prazer de haver?
quinta-feira, 12 de março de 2009
Nao compreendo. Todos tem a possibilidade de viver. Quando, como e com quem sao perguntas que as vezes assaltam a mente. Voce consegue conviver consigo mesmo? Voce sabe quem `e voce? Conhecer-se `e uma arte. Ai como eu queria nascer ja` me conhecendo sem ter de descobrir por falhas e omissoes. Ai `e que se enganar nao custa. Uns precisam de um ano, outros de toda a vida. Mas o que bem sabemos `e que o mundo nao para e da` uma oportunidade a todos, no entanto uma dose de vontade pode ajudar. O que os outros falam pode servir para uma auto-analise.
A crise de confianca nas pessoas que estao ao nosso redor nos faz dar dinheiro aos psicologos. Nao que uma consulta nao va` bem mas poderiamos poupar o nosso dinheiro investindo em relacoes harmoniosas e desinteressadas, afinal de contas que nao quer ser escutado?
A crise de confianca nas pessoas que estao ao nosso redor nos faz dar dinheiro aos psicologos. Nao que uma consulta nao va` bem mas poderiamos poupar o nosso dinheiro investindo em relacoes harmoniosas e desinteressadas, afinal de contas que nao quer ser escutado?
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
O mestre ensina. Não porque sabe. Não porque tem medo de que os seus passem pelo que ele passou. Ensina porque ama. Não só porque ama a quem ensina mas porque os que são amados possam um dia amar. Não só ama ensinando. Ama perdoando. O mestre perdoa a tudo e a todos, não pelos atos que serão apagados da memória (sim, porque quem ama tambem esquece o que o outro fez e o ve com olhos novos, sempre) mas pela grande pessoa que cada um tem a possibilidade de se tornar, aprendendo a ser um mestre que ama, que perdoa e que ensina.
Mestre Lazinho
Alvoreceu o dia
o mestre carrega o terço
que o carrega sem sentir
leves seus pés caminham
já não há mais impedimento
que te impeça de viver
sobrenaturalmente
a humanidade grita
a tua sabedoria murmura
passas não passas
diz com os olhos
o segredo de vida eterna
a corporeidade flácida
da humanidade
não aprendeu a ancorar
na tempestade que ondeja
e derruba sem cessar
ensina-nos com uma palavra
a reconstruir o presepio
que ora se faz abandonadas
e com o terço que anda a carregar
amas ainda aquelas 11 tábuas
que ainda não aprenderam a amar
Gabriel José da Silva Oliveira para o 85º aniversario do pai e mestre Lázaro de Oliveira
Mestre Lazinho
Alvoreceu o dia
o mestre carrega o terço
que o carrega sem sentir
leves seus pés caminham
já não há mais impedimento
que te impeça de viver
sobrenaturalmente
a humanidade grita
a tua sabedoria murmura
passas não passas
diz com os olhos
o segredo de vida eterna
a corporeidade flácida
da humanidade
não aprendeu a ancorar
na tempestade que ondeja
e derruba sem cessar
ensina-nos com uma palavra
a reconstruir o presepio
que ora se faz abandonadas
e com o terço que anda a carregar
amas ainda aquelas 11 tábuas
que ainda não aprenderam a amar
Gabriel José da Silva Oliveira para o 85º aniversario do pai e mestre Lázaro de Oliveira
quinta-feira, 3 de julho de 2008
O real valor das importâncias
Todos correm para cá e para lá, sempre há algo para fazer e um horário para chegar. Os eventos que nos cercam todos os dias nos completam (?), mas não deveria ser assim. Em um dia somos capazes de planejar as próximas horas, tomar café, trabalhar, fazer algum trabalho que não seja o que deveríamos estar fazendo, reclamar da vida e tentar esquecer o que não deu certo ou foi feito errado ou mesmo o que apenas aconteceu. Vivemos de instantes e no entanto não nos satisfazemos com eles.
E por quê raios fazemos isso? Será porque todos fazem ou porque não gostamos de ter surpresas? Será que aquela sua vizinha que você não via faz tempo e que agora você a encontrou num lugar qualquer vai desmantelar todo o seu esquema tático de horários querendo parar para conversar?
Pessoas são mais importantes que fatos. Não vou fazer aquele discurso que talvez aquela vizinha estivesse necessitando de você.
Pessoas são mais do que necessidades e devem ser tratadas como prioridades. Ou por acaso você vai para uma reunião em um cliente sem antes dar bom dia para a secretária? Talvez você passe e a secretária esteja tão atarefada que nem ouvirá a sua saudação! E por isso você já vai entrar de cara amarrada para conversar com aquele cliente que tem uma voz chata assomando a uma secretária que estava desatenta???
As pessoas são a única forma de perpetuação nesse mundo. Como assim!?
Calma, eu sei que todos nós estamos de passagem, mas certamente você irá marcar seus filhos, netos e demais pessoas que convivem contigo depois que você partir. Aliás você já os marca, só que não notamos, pois afinal de contas, você vai voltar amanhã pra reclamar de outra pessoa que não lhe respondeu bom dia e assim vai...
Mas porque não marcar com o que você possui de mais belo?
Acaso aquela vizinha certamente notou que você tirou os aparelhos ortodônticos e está com um belo sorriso. Ou que a sua voz está diferente, mais calma e seus olhos parecem mais atentos do que nunca... não para o que passa na rua mas se fixando em você. Como ele fez isso? Como ele ensinou a se viver com os passos da vida? Não sei, afinal de contas quem sabe eu não vá descobrir indo visitar meu cliente, dando bom dia a secretária, encontrar com a minha vizinha, parar e lhe dar atenção, dar um belo sorriso e viver intensamente o momento presente?
E por quê raios fazemos isso? Será porque todos fazem ou porque não gostamos de ter surpresas? Será que aquela sua vizinha que você não via faz tempo e que agora você a encontrou num lugar qualquer vai desmantelar todo o seu esquema tático de horários querendo parar para conversar?
Pessoas são mais importantes que fatos. Não vou fazer aquele discurso que talvez aquela vizinha estivesse necessitando de você.
Pessoas são mais do que necessidades e devem ser tratadas como prioridades. Ou por acaso você vai para uma reunião em um cliente sem antes dar bom dia para a secretária? Talvez você passe e a secretária esteja tão atarefada que nem ouvirá a sua saudação! E por isso você já vai entrar de cara amarrada para conversar com aquele cliente que tem uma voz chata assomando a uma secretária que estava desatenta???
As pessoas são a única forma de perpetuação nesse mundo. Como assim!?
Calma, eu sei que todos nós estamos de passagem, mas certamente você irá marcar seus filhos, netos e demais pessoas que convivem contigo depois que você partir. Aliás você já os marca, só que não notamos, pois afinal de contas, você vai voltar amanhã pra reclamar de outra pessoa que não lhe respondeu bom dia e assim vai...
Mas porque não marcar com o que você possui de mais belo?
Acaso aquela vizinha certamente notou que você tirou os aparelhos ortodônticos e está com um belo sorriso. Ou que a sua voz está diferente, mais calma e seus olhos parecem mais atentos do que nunca... não para o que passa na rua mas se fixando em você. Como ele fez isso? Como ele ensinou a se viver com os passos da vida? Não sei, afinal de contas quem sabe eu não vá descobrir indo visitar meu cliente, dando bom dia a secretária, encontrar com a minha vizinha, parar e lhe dar atenção, dar um belo sorriso e viver intensamente o momento presente?
sexta-feira, 20 de junho de 2008
A admiração da família
Certa vez fui questionado o porque de tal pessoa não ter 'autoridade' (vide autoridade como comunicação entre colaboradores e superior). Respondi que talvez seria porque essa pessoa sempre dava risadas. Mas a minha resposta diante da pergunta me fez questionar se era isso mesmo que levava as pessoas a não acreditar no próprio superior que elas tinham.
E a minha resposta estava errada, por mais que haja um jogo de emprego de palavras no tratamento entre superior e colaboradores não eram as risadas o fator decisivo. Aquele superior era 'amigo' de seus colaboradores e explico como isso não tem nada a ver com ter mais ou menos autoridade.
Um funcionário acima de tudo deseja ser tratado igualmente perante todos. Aquele superior era aparentemente legal e amigo mas quando o sobrecarregavam despejava labaredas de fogo sobre os seus colaboradores. O que pensar? Que aquele superior é tão instável emocionalmente e tão desequilibrado nas suas articulações que acaba por descontar a sua vontade de fazer as coisas no prazo certo em cima daqueles que a 10 minutos tinha contado uma piada.
Pessoas desequilibradas nunca atingiram o nível de admiração pelos seus colaboradores. Aliás, admiração?
Sim, admiração é o status mais elevado que um superior pode alcançar com os seus colaboradores. É uma pessoa que acima de tudo vê os seus como uma relação familiar onde todos tem seus valores como pessoa garantidos de modo a deixar de representar apenas uma ferramenta para se conseguir algo que almeja.
Na família todos são importantes e são tratados igualmente.
Agora, será que aquele superior trata seus colaboradores assim?
Talvez não. E o que estamos fazendo para melhorar a situação? Afinal de contas numa família todos são importantes e quando um não está bem o outro não estará bem enquanto o primeiro não melhorar. Veja que ao se doar tentando ajudar quem aparentemente cospe fogo nas suas costas formará um relacionamento totalmente diferente do primeiro. Mas fazer sem desejar nada em troca, pois seus pais não se preocupam com você porque querem algo em troca, certo? No entanto você ganhou muitas coisas na vida por terem aquela educação não foi? Eis aí o seu prêmio.
Vivemos várias horas por dia em ambientes não harmônicos e não nos damos conta que é parte da nossa vida que se esvai. Assim como na nossa família somos de extrema importância e insubstituível, que tal darmos esse mesmo valor aos nossos colegas que são tão cheios de defeitos quanto nós?
E a minha resposta estava errada, por mais que haja um jogo de emprego de palavras no tratamento entre superior e colaboradores não eram as risadas o fator decisivo. Aquele superior era 'amigo' de seus colaboradores e explico como isso não tem nada a ver com ter mais ou menos autoridade.
Um funcionário acima de tudo deseja ser tratado igualmente perante todos. Aquele superior era aparentemente legal e amigo mas quando o sobrecarregavam despejava labaredas de fogo sobre os seus colaboradores. O que pensar? Que aquele superior é tão instável emocionalmente e tão desequilibrado nas suas articulações que acaba por descontar a sua vontade de fazer as coisas no prazo certo em cima daqueles que a 10 minutos tinha contado uma piada.
Pessoas desequilibradas nunca atingiram o nível de admiração pelos seus colaboradores. Aliás, admiração?
Sim, admiração é o status mais elevado que um superior pode alcançar com os seus colaboradores. É uma pessoa que acima de tudo vê os seus como uma relação familiar onde todos tem seus valores como pessoa garantidos de modo a deixar de representar apenas uma ferramenta para se conseguir algo que almeja.
Na família todos são importantes e são tratados igualmente.
Agora, será que aquele superior trata seus colaboradores assim?
Talvez não. E o que estamos fazendo para melhorar a situação? Afinal de contas numa família todos são importantes e quando um não está bem o outro não estará bem enquanto o primeiro não melhorar. Veja que ao se doar tentando ajudar quem aparentemente cospe fogo nas suas costas formará um relacionamento totalmente diferente do primeiro. Mas fazer sem desejar nada em troca, pois seus pais não se preocupam com você porque querem algo em troca, certo? No entanto você ganhou muitas coisas na vida por terem aquela educação não foi? Eis aí o seu prêmio.
Vivemos várias horas por dia em ambientes não harmônicos e não nos damos conta que é parte da nossa vida que se esvai. Assim como na nossa família somos de extrema importância e insubstituível, que tal darmos esse mesmo valor aos nossos colegas que são tão cheios de defeitos quanto nós?
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