As ações.
Costumamos pensar que tudo depende de nós, que o que somos devemos a nossos esforços e o que deixou de ser foi por nossa culpa e falta de iniciativa. Mas o que se sucede, em muitos casos, são contínuas cadeias de relacionamentos entre pessoas que atuaram direta ou indiretamente na nossa formação, local onde vive, o que fazemos da própria vida e até o que iremos fazer. Assim também é a nossa formação de caráter. Se temos bons exemplos somos moldados por eles, o contrário também serve. Aliás, é o que encontramos mais por aí. Condutas obstruidas que demonstram perfis que dificultam a vida entre os demais, são verdadeiros obstáculos para trilharmos um caminho digno de alguém que diante de tudo que se vê por aí, se sente encorajado a revolucionar o mundo para melhor. E porque não um Mundo Unido?
No decorrer de gerações que vieram e passaram muitas guerras e confrontos armados foram travados. Nenhuma guerra é nobre o suficiente para justificar as vidas que ali partiram, lutando por ideais que fisicamente atingiam outros que tampouco lutavam por algo maior. Mas todos tem a sua chance, todos tem a possibilidade de querer um mundo melhor, de perceber uma centelha viva de esperança pelo caminho que percorrem na escuridão. Se isso vai passar ou não cabe a decisão de seguir o que um dia se apresentou e depende de você que as novas gerações lutem por ideias dignos, nobres e convergentes com outros que promovam o que o mundo precisa e mais carece.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
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