<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694</atom:id><lastBuildDate>Wed, 30 Sep 2009 18:15:41 +0000</lastBuildDate><title>Dia Diferente</title><description>Esse blog se dedica a mudar a sua vida para melhor!

E porque não um dia diferente?</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Gajo)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>25</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-4254810527996669227</guid><pubDate>Wed, 30 Sep 2009 16:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-30T11:15:41.506-07:00</atom:updated><title>percepção</title><description>A vitrine é aberta&lt;br /&gt;por aquilo que cerca&lt;br /&gt;sem cartaz ou faixa&lt;br /&gt;diz o interior&lt;br /&gt;mas a maioria das outras&lt;br /&gt;vitrines&lt;br /&gt;sem turvam ao perceber&lt;br /&gt;que a vitrine é transparente&lt;br /&gt;mas o que de mais caro possui&lt;br /&gt;está nos fundos da galeria&lt;br /&gt;logo de cara se encontra&lt;br /&gt;um sorriso&lt;br /&gt;e a dispretenciosidade da amostra&lt;br /&gt;que não quer ser comprada&lt;br /&gt;mas procura o fundo de outras galerias&lt;br /&gt;tentando limpar o turvo&lt;br /&gt;a vitrine também não possui alto falantes&lt;br /&gt;pois é com palavras baixas e carregadas&lt;br /&gt;com senso é claro&lt;br /&gt;se atraem&lt;br /&gt;as freguesias mais ousadas&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-4254810527996669227?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2009/09/percepcao.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-8575499148805395515</guid><pubDate>Tue, 25 Aug 2009 03:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-24T21:10:11.311-07:00</atom:updated><title>O Tocador de Flautas</title><description>Certa vez tiveram uma idéia genial. Contrataram um habilidoso flautista que, através de sua música, conseguiria hipnotizar os ratos de uma cidade infestada. &lt;br /&gt;Hoje em dia estamos cheios de flautistas e eles estão por toda parte, estão porque certo dia tiveram a brilhante idéia de "criar" um flautista que nos roubasse os valores, a moral, o certo e o errado, nos tiraram o interesse pelo bem comum, planificaram os julgamentos nesse mundo em que "tudo é igual" e enxertaram em palavras tão significativas outras palavras que relativizam e diminuem o sentido real delas mesmas. Nos extinguiram o significado da vida e nos enquadraram em ações rotineiras em busca do que nos ajudará a ter mais e a ser e pensar menos. A cada dia vêm um novo jornal e a notícia de ontem já não existe, o que acontece amanhã anula o nosso hoje e os escândalos nacionais ontem são águas passadas.&lt;br /&gt;O que é essa música que sinto nos meus ouvidos e que me aflige o cérebro e me toma as atitudes? Quem a toca e quem teve a idéia de contratá-lo? Até quando vou dançar essa música? Até quando vou ser considerado um "careta" por professar uma religião, por escolher estar as vezes em casa com a minha família em vez de ir para a balada, por ter e defender as minhas opiniões políticas acreditando que é o meio criado para defender a todos e promover o bem da população? Desde quando eu preciso diariamente de um jornal com mais de 50 folhas de informação sobre o que acontece em vez de saber as informações que realmente me manteriam informado e com muito menos páginas? Porque não noticiam no mundo as coisas boas que acontecem e através de bombardamentos de sangue e atos negativos nos treinam para desconfiar de tudo e de todos e não dar credibilidade a nenhum tipo de instituição burocrática? Porque não estudamos no ensino médio arte, filosofia, sociologia, política, religiões e psicologia? Porque não pensamos no que seria bom para todos e para os outros em vez de pensar apenas no que é bom para nós?&lt;br /&gt;Nos limitam e nos escondem as informações e idéias do verdadeiro propósito de tudo isso que existe mas se talvez esse flautista já tenha parado de tocar e as informações e idéias estão ao alcance de todos, porque será que sua maldita música ainda toca em rádios, TVs, computadores, celulares e MP3s?&lt;br /&gt;Quando que meus ouvidos vão deixar de escutar uma música viciada e quando poderei resolver o que vou fazer da minha &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;única&lt;/span&gt; vida?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-8575499148805395515?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2009/08/o-tocador-de-flautas.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-2024357801677627125</guid><pubDate>Thu, 21 May 2009 16:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-21T10:14:42.075-07:00</atom:updated><title>Tu</title><description>Hoje haver significa ser? Essa e a pergunta-chave. Sera que sou mais feliz a medida que compro mais uma roupa, ou um carro, ou um acessório? &lt;br /&gt;A sociedade nos impõe em larga escala e torrencialmente as últimas modas e nos promete a felicidade através de um produto que tem média-curta vida.&lt;br /&gt;Não nos iludamos em dizer que aquistar qualquer coisa não nos traz nada. Traz sim um sentimento que nos deixa felizes por pouco tempo e com prazo de validade. Não se engane pensando que a felicidade tem prazo de vida pois não tem, mas esse é um discurso para depois. &lt;br /&gt;O que sentimos quando compramos alguma coisa não é nada mais que prazer. O prazer que nos conduz a comprar mais para sentir mais prazer.&lt;br /&gt;Nesse momento existe a possibilidade, e sempre existirá, da escolha do ser. A escolha do ser não significa nunca mais na vida comprar mas sim dar o real valor ao gesto. Significa atuar numa cultura nova onde se compra porque existe uma necessidade em questão, mudando assim o escopo da compra, afinal compro porque tenho necessidade e não porque farei inveja nos outros ou para sentir aquele velho prazer que nso distancia do que somos.&lt;br /&gt;Quem é você? Quais são seus defeitos e sua virtudes? O que gostas e o que não gostas? &lt;br /&gt;Escolhes hoje a alegria de ser ou o prazer de haver?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-2024357801677627125?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2009/05/tu.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-6751356308078747254</guid><pubDate>Thu, 12 Mar 2009 20:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-12T14:04:51.508-07:00</atom:updated><title></title><description>Nao compreendo. Todos tem a possibilidade de viver. Quando, como e com quem sao perguntas que as vezes assaltam a mente. Voce consegue conviver consigo mesmo? Voce sabe quem `e voce? Conhecer-se `e uma arte. Ai como eu queria nascer ja` me conhecendo sem ter de descobrir por falhas e omissoes. Ai `e que se enganar nao custa. Uns precisam de um ano, outros de toda a vida. Mas o que bem sabemos `e que o mundo nao para e da` uma oportunidade a todos, no entanto uma dose de vontade pode ajudar. O que os outros falam pode servir para uma auto-analise. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise de confianca nas pessoas que estao ao nosso redor nos faz dar dinheiro aos psicologos. Nao que uma consulta nao va` bem mas poderiamos poupar o nosso dinheiro investindo em relacoes harmoniosas e desinteressadas, afinal de contas que nao quer ser escutado?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-6751356308078747254?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2009/03/nao-compreendo.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-8116637596314240541</guid><pubDate>Wed, 24 Sep 2008 16:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-09-24T09:54:20.382-07:00</atom:updated><title></title><description>O mestre ensina. Não porque sabe. Não porque tem medo de que os seus passem pelo que ele passou. Ensina porque ama. Não só porque ama a quem ensina mas porque os que são amados possam um dia amar. Não só ama ensinando. Ama perdoando. O mestre perdoa a tudo e a todos, não pelos atos que serão apagados da memória (sim, porque quem ama tambem esquece o que o outro fez e o ve com olhos novos, sempre) mas pela grande pessoa que cada um tem a possibilidade de se tornar, aprendendo a ser um mestre que ama, que perdoa e que ensina.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mestre Lazinho&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Alvoreceu o dia&lt;br /&gt;o mestre carrega o terço&lt;br /&gt;que o carrega sem sentir&lt;br /&gt;leves seus pés caminham&lt;br /&gt;já não há mais impedimento&lt;br /&gt;que te impeça de viver&lt;br /&gt;sobrenaturalmente&lt;br /&gt;a humanidade grita&lt;br /&gt;a tua sabedoria murmura&lt;br /&gt;passas não passas&lt;br /&gt;diz com os olhos&lt;br /&gt;o segredo de vida eterna&lt;br /&gt;a corporeidade flácida&lt;br /&gt;da humanidade&lt;br /&gt;não aprendeu a ancorar&lt;br /&gt;na tempestade que ondeja&lt;br /&gt;e derruba sem cessar&lt;br /&gt;ensina-nos com uma palavra&lt;br /&gt;a reconstruir o presepio&lt;br /&gt;que ora se faz abandonadas&lt;br /&gt;e com o terço que anda a carregar&lt;br /&gt;amas ainda aquelas 11 tábuas&lt;br /&gt;que ainda não aprenderam a amar&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Gabriel José da Silva Oliveira para o 85º aniversario do pai e mestre Lázaro de Oliveira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-8116637596314240541?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/09/o-mestre-ensina.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-7316731053150751546</guid><pubDate>Thu, 03 Jul 2008 19:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-03T12:34:43.098-07:00</atom:updated><title>O real valor das importâncias</title><description>Todos correm para cá e para lá, sempre há algo para fazer e um horário para chegar. Os eventos que nos cercam todos os dias nos completam (?), mas não deveria ser assim. Em um dia somos capazes de planejar as próximas horas, tomar café, trabalhar, fazer algum trabalho que não seja o que deveríamos estar fazendo, reclamar da vida e tentar esquecer o que não deu certo ou foi feito errado ou mesmo o que apenas aconteceu. Vivemos de instantes e no entanto não nos satisfazemos com eles.&lt;br /&gt;E por quê raios fazemos isso? Será porque todos fazem ou porque não gostamos de ter surpresas? Será que aquela sua vizinha que você não via faz tempo e que agora você a encontrou num lugar qualquer vai desmantelar todo o seu esquema tático de horários querendo parar para conversar?&lt;br /&gt;Pessoas são mais importantes que fatos. Não vou fazer aquele discurso que talvez aquela vizinha estivesse necessitando de você. &lt;br /&gt;Pessoas são mais do que necessidades e devem ser tratadas como prioridades. Ou por acaso você vai para uma reunião em um cliente sem antes dar bom dia para a secretária? Talvez você passe e a secretária esteja tão atarefada que nem ouvirá a sua saudação! E por isso você já vai entrar de cara amarrada para conversar com aquele cliente que tem uma voz chata assomando a uma secretária que estava desatenta???&lt;br /&gt;As pessoas são a única forma de perpetuação nesse mundo. Como assim!?&lt;br /&gt;Calma, eu sei que todos nós estamos de passagem, mas certamente você irá marcar seus filhos, netos e demais pessoas que convivem contigo depois que você partir. Aliás você já os marca, só que não notamos, pois afinal de contas, você vai voltar amanhã pra reclamar de outra pessoa que não lhe respondeu bom dia e assim vai...&lt;br /&gt;Mas porque não marcar com o que você possui de mais belo?&lt;br /&gt;Acaso aquela vizinha certamente notou que você tirou os aparelhos ortodônticos e está com um belo sorriso. Ou que a sua voz está diferente, mais calma e seus olhos parecem mais atentos do que nunca... não para o que passa na rua mas se fixando em você. Como ele fez isso? Como ele ensinou a se viver com os passos da vida? Não sei, afinal de contas quem sabe eu não vá descobrir indo visitar meu cliente, dando bom dia a secretária, encontrar com a minha vizinha, parar e lhe dar atenção, dar um belo sorriso e viver intensamente o momento presente?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-7316731053150751546?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/07/o-real-valor-das-importncias.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-5297233553948708589</guid><pubDate>Fri, 20 Jun 2008 16:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-20T09:10:19.306-07:00</atom:updated><title>A admiração da família</title><description>Certa vez fui questionado o porque de tal pessoa não ter 'autoridade' (vide autoridade como comunicação entre colaboradores e superior). Respondi que talvez seria porque essa pessoa sempre dava risadas. Mas a minha resposta diante da pergunta me fez questionar se era isso mesmo que levava as pessoas a não acreditar no próprio superior que elas tinham.&lt;br /&gt;E a minha resposta estava errada, por mais que haja um jogo de emprego de palavras no tratamento entre superior e colaboradores não eram as risadas o fator decisivo. Aquele superior era 'amigo' de seus colaboradores e explico como isso não tem nada a ver com ter mais ou menos autoridade.&lt;br /&gt;Um funcionário acima de tudo deseja ser tratado igualmente perante todos. Aquele superior era aparentemente legal e amigo mas quando o sobrecarregavam despejava labaredas de fogo sobre os seus colaboradores. O que pensar? Que aquele superior é tão instável emocionalmente e tão desequilibrado nas suas articulações que acaba por descontar a sua vontade de fazer as coisas no prazo certo em cima daqueles que a 10 minutos tinha contado uma piada.&lt;br /&gt;Pessoas desequilibradas nunca atingiram o nível de admiração pelos seus colaboradores. Aliás, admiração?&lt;br /&gt;Sim, admiração é o status mais elevado que um superior pode alcançar com os seus colaboradores. É uma pessoa que acima de tudo vê os seus como uma relação familiar onde todos tem seus valores como pessoa garantidos de modo a deixar de representar apenas uma ferramenta para se conseguir algo que almeja.&lt;br /&gt;Na família todos são importantes e são tratados igualmente.&lt;br /&gt;Agora, será que aquele superior trata seus colaboradores assim?&lt;br /&gt;Talvez não. E o que estamos fazendo para melhorar a situação? Afinal de contas numa família todos são importantes e quando um não está bem o outro não estará bem enquanto  o primeiro não melhorar. Veja que ao se doar tentando ajudar quem aparentemente cospe fogo nas suas costas formará um relacionamento totalmente diferente do primeiro. Mas fazer sem desejar nada em troca, pois seus pais não se preocupam com você porque querem algo em troca, certo? No entanto você ganhou muitas coisas na vida por terem aquela educação não foi? Eis aí o seu prêmio.&lt;br /&gt;Vivemos várias horas por dia em ambientes não harmônicos e não nos damos conta que é parte da nossa vida que se esvai. Assim como na nossa família somos de extrema importância e insubstituível, que tal darmos esse mesmo valor aos nossos colegas que são tão cheios de defeitos quanto nós?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-5297233553948708589?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/06/admirao-da-famlia.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-16427996912422896</guid><pubDate>Thu, 19 Jun 2008 01:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-18T18:32:35.739-07:00</atom:updated><title>O ontem do amanhã</title><description>As ações.&lt;br /&gt;Costumamos pensar que tudo depende de nós, que o que somos devemos a nossos esforços e o que deixou de ser foi por nossa culpa e falta de iniciativa. Mas o que se sucede, em muitos casos, são contínuas cadeias de relacionamentos entre pessoas que atuaram direta ou indiretamente na nossa formação, local onde vive, o que fazemos da própria vida e até o que iremos fazer. Assim também é a nossa formação de caráter. Se temos bons exemplos somos moldados por eles, o contrário também serve. Aliás, é o que encontramos mais por aí. Condutas obstruidas que demonstram perfis que dificultam a vida entre os demais, são verdadeiros obstáculos para trilharmos um caminho digno de alguém que diante de tudo que se vê por aí, se sente encorajado a revolucionar o mundo para melhor. E porque não um Mundo Unido?&lt;br /&gt;No decorrer de gerações que vieram e passaram muitas guerras e confrontos armados foram travados. Nenhuma guerra é nobre o suficiente para justificar as vidas que ali partiram, lutando por ideais que fisicamente atingiam outros que tampouco lutavam por algo maior. Mas todos tem a sua chance, todos tem a possibilidade de querer um mundo melhor, de perceber uma centelha viva de esperança pelo caminho que percorrem na escuridão. Se isso vai passar ou não cabe a decisão de seguir o que um dia se apresentou e depende de você que as novas gerações lutem por ideias dignos, nobres e convergentes com outros que promovam o que o mundo precisa e mais carece.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-16427996912422896?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/06/o-ontem-do-amanh.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-7481611004902079299</guid><pubDate>Tue, 17 Jun 2008 16:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-17T09:32:01.779-07:00</atom:updated><title>Superfície x Sentimento</title><description>A superficialidade dos relacionamentos nunca foi tão óbvia. Ontem, dia 12 de junho foi dia dos namorados. Parecia que só existia pessoas pensando em presentes e em seus respectivos pares e o único assunto que surgia era o que haveria de ganhar do par. Um dia em que todos estavam felizes (exceto os que estavam solteiros). Parecia que as conversas não atingiam nenhum grau de raciocínio maior que transpassasse a data. Voltando para casa depois da faculdade, vi uma cena que protagonizou, concretamente, o quanto os casais "se gostam". Passava todos os dias na frente de um Motel. Naquele dia parecia que iria haver festa no lugar pela quantidade de carros que havia, como se não bastasse o rebuliço, ainda havia fila do lado de fora. Fila num Motel? Esquisito. Superficial? Completamente. Talvez o único dia que seria dedicado aos casais mostrarem que realmente se gostam tenha sido expurgado do calendário. Mas para que precisa de dia para mostrar o que sente? Responderiam: “Ah, deixa para amanhã...”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-7481611004902079299?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/06/superfcie-x-sentimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-5614750216956568278</guid><pubDate>Tue, 10 Jun 2008 23:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-12T08:58:27.914-07:00</atom:updated><title>Espelho</title><description>Chuva. Me atrapalho com o guarda-chuva, material da faculdade e os pensamentos. Como organizar tudo isso? Percebo que meu guarda-chuva está quebrado. Péssima hora para começar a me molhar. Chego ao meu destino um tanto quanto encharcado e sem me dar conta me vejo reclamando pois meu pé estava ensopado e não gostava muito de me molhar na chuva. Ao parar na entrada do prédio me deparo com um andarilho totalmente lavado, com seu saco plástico nas costas e outro criativamente furado nas duas pontas da base do saco de modo que se pudesse vestir para tentar evitar o inevitável.&lt;br /&gt;Como que eu poderia me queixar dos meus pés se havia alguém passando na minha frente com a própria casa nas costas?&lt;br /&gt;Certamente o sapato preto e gasto que ele usava já estava transbordando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me coloco diante de mim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantos não tem a possibilidade de estudar onde estudo?&lt;br /&gt;E pior.&lt;br /&gt;Quantos que tem a possibilidade de estudar onde estudo e não dão a mínima?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior Daquele que teve todas as chances do mundo e deixou de cumprir do que Aquele que não teve chance mas mesmo assim foi a luta.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-5614750216956568278?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/06/chuva.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-8619539171184627430</guid><pubDate>Fri, 06 Jun 2008 00:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-05T17:12:43.969-07:00</atom:updated><title>O que não atinge o eu</title><description>O que é ser cidadão?&lt;br /&gt;Certo dia estava caminhando quando vi um garoto em frente a uma casa gritando com uma senhora. Fato aparentemente normal num relacionamento familiar até o momento em que ela queria correr o garoto dali a vassouradas. O garoto assustado veio se esconder atrás de mim. A senhora que estava travando a briga voltou para dentro de casa resmungando alto. Parei naquele instante e perguntei o porque de estar brigando com a mãe.&lt;br /&gt;- Aquela senhora não é minha mãe.&lt;br /&gt;- Sua tia então?&lt;br /&gt;- Não, e nem minha avó, eu nunca vi aquela senhora na vida.&lt;br /&gt;Perguntei-lhe o porque então de estar brigando com ela. Finalmente a ocasião havia se tornado bizarra. O garoto me respondeu que estava passando para ir a padaria quando viu aquela senhora lavando a calçada com água. Senti a raiva que ele sentia e que poucas vezes pude sentir. Aquele garoto foi corrido da frente da casa porque era um cidadão e queria que a senhora agisse como uma!&lt;br /&gt;Toquei a campainha da casa da senhora não-cidadã. Sentia o garoto se segurando na minha mão e as suas pernas tremendo de medo.&lt;br /&gt;- Não tema, você não está errado.&lt;br /&gt;A senhora saiu novamente, empossada da vassoura e com cara fechada. Lhe perguntei o porquê de ter mandado embora o menino. Vendo que ele se escondia parcialmente atrás de mim ela parecia que iria soltar uns berros novamente. Mas ela relaxou a feição, encostou a vassoura na parede e abaixou a cabeça. Saiu da casa uma menina quase da mesma idade do garoto e a senhora começou a falar:&lt;br /&gt;Me desculpe, realmente você está certo. O que irei ensinar para minha filha se não dou o exemplo?&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como queria que esta cena não estivesse apenas na minha cabeça.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-8619539171184627430?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/06/o-que-no-atinge-o-eu.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-8288427854019173395</guid><pubDate>Fri, 30 May 2008 15:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-30T10:07:50.623-07:00</atom:updated><title>Serial Killer de laboratório</title><description>Chiara Lubich, Papa João Paulo II, Mahatma Gandhi, Madre Teresa de Calcutá. O que essas personalidades tiveram em comum? Foram pessoas que agiram de acordo com aquilo que diziam e por isso arrastaram multidões. Há mais uma coisa em comum entre elas. As mães de todas essas pessoas não fizeram inseminação artificial e não deixaram filhos por aí num embrião para serem usados por instituições farmacêuticas afim de mudar a vida de quem sofre com doenças incuráveis ou com deficiências físicas. As pessoas citadas puderam fazer o que fizeram pelo mundo porque ninguém as matou no fraco pretexto e intuito de usá-las como matéria-prima de pesquisas que assassinam muitas outras (em favor de outras em menor número) para o bem de quem o cotidiano se baseia em torno de um problema. Somos o que somos independentemente do rótulo que chamamos de corpo. Ter convicção dos próprios limites nos impele a uma vida saudável e virtuosa. Limites esses que indústrias farmacêuticas não tomaram conhecimento no quesito "sustentação a vida". O que essas instituições querem é lançar mais uma droga eficaz na cura de uma doença mundialmente atingida, para isso, graças ao governo brasileiro, tais empresas podem se valer de meios que infringem a dignidade e a vida de um ser humano. Ora, se há chance de 3% de uma célula embrionária congelada vir a ser uma criança desenvolvida no futuro não tira a sua chance de um dia se desenvolver e conviver conosco, lado a lado com outras que também viriam a nascer graças a uma chance a ela dadas. O que diriam meus exemplos de vida citados se estivessem vivos?&lt;br /&gt;A vida humana se resumindo em torno da ciência é curta, rápida, dolor, superficial e cheia de questionamentos que jamais veremos respostas. Big Bang? Começo do universo? Ok, e o que veio antes disso? Alguém pode tentar responder mas existem milhares de pessoas no mundo que morrem de fome, talvez dedicar a vida a ciência moderna e ao estudo de algo que aconteceu a uma infinidade de anos atrás seja um estudo em vão, enquanto se gastam milhões em pesquisas que oferecem a vida num frasco e na tentativa da completa aniquilação do fato que Deus existe, estaremos comprando vidas coagidas e com rótulos de farmacêuticas nas prateleiras  de farmácias ou até supermercados. Se alguém tem consciência que faz pesquisas com uma vida e a descarta no lixo e o faz sem dar o real valor que o ato representa, então não haveria o porque de não algemá-la com mandado de prisão e ser tratada do mesmo modo que um serial killer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-8288427854019173395?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/05/serial-killer-de-laboratrio.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-1949913620636441276</guid><pubDate>Wed, 28 May 2008 00:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-28T12:05:44.496-07:00</atom:updated><title>Dê chance ao não</title><description>Essa vida... como lidar com ela? As vezes nos atropela na sua fúria e nem temos tempo para prestarmos atenção e pensar nas coisas que nos acontecem. Dia após dia surgem infinidades de idéias 'revolucionárias' que dizem transformar a nossa vida para melhor (Não digo idéias do tipo ShopTime). Diante de diversos caminhos temos dificuldades de nos simpatizar com um que caminha junto com a nossa vontade e também com nossas habilidades profissionais sem contar a exacerbada visão analítica de nossos encargos que nos confiam trabalhos excessivamente limitados que nos impedem de conviver com visões macro... se você gosta de um caminhão, caro leitor, prepare-se não para mexer com todo o caminhão e sim com a rebimboca da parafuseta.&lt;br /&gt;Mas mais do que isso: no que consiste todos os "Sim" que você dispõe todos os dias? Será que são edificantes e vão de acordo com o seu objetivo final? Aquela oportunidade em que você iria ganhar bem realmente condiz com as suas expectativas de um trabalho honesto, digno e estimulante? Ou você deixa de cultivar seus maiores valores e de fazer as coisas que mais gosta para ficar até mais tarde e também nos finais de semana trabalhando? Quais são suas prioridades?&lt;br /&gt;Dizer não... esta palavra por incrível que pareça devia de ser pronunciada mais vezes pela nossa boca, assim agindo como um vermicida com tudo aquilo que não nos leva ao nosso real objetivo...&lt;br /&gt;Ao contrário do nosso colega Lulu Santos que diz que vê pessoas no futuro "com habilidade pra dizer mais sim do que não" precisamos de pessoas que dizem não... não para tudo que não constrói um mundo novo. Um não que constrói!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-1949913620636441276?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/05/d-chance-ao-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-3043291641758411943</guid><pubDate>Tue, 20 May 2008 00:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-20T04:51:16.976-07:00</atom:updated><title>Sonhos voláteis</title><description>Tudo é possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditar. Se um dia pudesse escolher algo em que pudesse introjetar em mim mesmo seria a confiança nas minhas capacidades, mais do que isso seria acreditar que não só tenho capacidade para o que me proponho como o que me proponho a fazer deve ser feito e é digno de ser executado, mais do que isso é sonhar que aquilo que se tem coragem e disposição para se fazer naquele determinado momento deve ser feito para um bem maior.&lt;br /&gt;Sonhar, ter a força para fazer e executar. Três processos que concretizam o que começou do nada e que ainda espera por idéias e "sonhadores" que concretizem seus desejos e transformem o mundo.&lt;br /&gt;No entanto, quem nunca se sentiu incapaz ou desanimado e acabou abandonando a "grande idéia"?&lt;br /&gt;Um tempo deve ser dedicado para tais acontecimentos, reavaliações.&lt;br /&gt;A pergunta principal seria se realmente era uma "grande idéia". Muitos projetos param por aí, conscientemente ou inconscientemente nos damos conta que talvez não era o que nós pensávamos. Mas caso a "grande idéia" seja realmente o que se pensa, vale uma análise do porque da falha.&lt;br /&gt;Dificuldades. Quem nunca teve?&lt;br /&gt;Aliás, caro leitor, qual foi sua última desistência? Foi por uma boa causa ou por fraqueza?&lt;br /&gt;Mas ao pensar me lembro.&lt;br /&gt;Tudo é possível!!&lt;br /&gt;A próxima pergunta será: O que não vou desistir e me manter firme e dar a volta por cima?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-3043291641758411943?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/05/sonhos-volteis.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-6999410895076016917</guid><pubDate>Fri, 16 May 2008 01:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-15T18:11:41.270-07:00</atom:updated><title>Madresita Mia</title><description>Mãe tira o pó&lt;br /&gt;daquilo que já se perdeu&lt;br /&gt;desvenda as maravilhas do mundo&lt;br /&gt;mostra um sorriso teu&lt;br /&gt;diga que é tudo preocupação&lt;br /&gt;e que ainda está por me esperar&lt;br /&gt;não pare em frente a janela&lt;br /&gt;e não espere me ver chegar&lt;br /&gt;não espere ver mais do que&lt;br /&gt;um belo pôr-de-sol&lt;br /&gt;reza pelos teus e tenha certeza&lt;br /&gt;que eles estarão bem amparados&lt;br /&gt;por Alguém que nos deu a beleza&lt;br /&gt;e a grandeza de ser&lt;br /&gt;eternamente agradecidos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gabriel Oliveira - 11/05/2008 (Dia das Mães)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-6999410895076016917?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/05/madresita-mia.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-5830801699267103712</guid><pubDate>Wed, 14 May 2008 19:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-14T12:24:59.287-07:00</atom:updated><title>Harmonia de relação</title><description>A construção de ambientes harmônicos é uma tarefa caótica, porque se deve entrar no fogo cruzado de lugares onde as pessoas, de certa forma, estão sendo provadas (geralmente locais de trabalho) e que inconscientemente driblam suas "hastes ásperas" para colocar em relevo algo menos áspero que suas próprias condições. A questão que surge é: se manifestar no intuito de uma melhora ou se abster para não provocar atritos?&lt;br /&gt;Aí é que entra o conhecimento de si mesmo. Ao se conhecer, cada um tem a possibilidade de saber qual momento deve agir e o modo de como agir, seja falando algo, seja através de um ato. Pessoas que aparentemente são calmas podem não ser tão calmas assim, as vezes não se sabe o esforço que ela faz para não tratar alguém mal. Trabalhar esse lado requer muita prática e gera poucos resultados no início mas ao longo do tempo se torna um atributo louvável, de pessoas equilibradas e totalmente dominantes de si.&lt;br /&gt;Assim ocorre com o amor fraterno. Sair de si para acolher o outro na sua simplicidade de ser é algo que exige o mesmo esforço e que, se bem sucedido, constrói um vínculo verdadeiro com alguém que antes era totalmente desconhecido.&lt;br /&gt;A plenificação dos relacionamentos requer uma medida de doação que corresponda a disparidade de diferenças do ser. Quanto ao resultado dependerá da sua 'medida'.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-5830801699267103712?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/05/harmonia-de-relao.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-6379983558384451663</guid><pubDate>Tue, 13 May 2008 02:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-13T07:18:22.981-07:00</atom:updated><title>Um indivisível, 33 e 1</title><description>Um dia caminhava nos números pares da vida. percebi que eram redondos e singulares, não primos e certamente unidos entre si. O número dois me dava a certeza que no final nenhum deles haveria de ser dividido apenas por si ou pelo menor número inteiro não divisível por outros senão por ele mesmo. o repugnava pela sua arrogância e orgulho de si, além disso é ímpar (números ímpares para mim eram feios).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milhares de pessoas no mundo me fizeram gostar de números grandes e que condiziam com a realidade, porcentagens começaram a entrar no caldeirão para termos um absoluto de 100 e não é que lá aquele número chato se fazia presente?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus Ideais foram mudando e ao perceber as trocas de conclusões acerca das coisas fui sentindo um assomo de liberdade e alegria. Logo, não mais os números pares viriam a me satisfazer, mas apenas um número. Percebi que ele era extensível e onde quer que andasse ele estava... unilateral, universo, uníssono, Antena 1, artigo um, UNIDADE...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então as pessoas que antes me representavam apenas casas decimais e números astronômicos passaram a ser representadas pelo desejo de que sejam apenas um... não na sua corporeidade e muito menos em apenas um jeito, mas sim em apenas UM Ideal, um Ideal de um Mundo Unido onde todos sejam irmãos, se reconheçam como tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me sinto assim, como se fosse extensão daquele que está ao meu lado no ônibus, também daquele que passa por mim na faculdade, aquele que me dirige um olhar e até mesmo o que passa desapercebido ou que apenas passa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realização conhece hoje e você também é minha extensão. Compartilhe do meu Ideal e verás que eu sou você e você é a minha pessoa na diversidade e no amor fraterno. Uma chama que queima é indivisível e é movida pelo desejo de queimar. Um só Ideal, uma só família num mesmo objetivo, um só corpo e um só amor pelo eu que está no outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecimento: Ana Letícia pelo 33 :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-6379983558384451663?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/05/um-indivisvel-33-e-1.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-6853513621145644219</guid><pubDate>Mon, 12 May 2008 14:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-12T07:34:48.599-07:00</atom:updated><title>Igualdade I</title><description>Na escola estava observando meus colegas. Eram da turma do "fundão" e pouco se importavam com os outros colegas, duvidaria muito se até entre eles um se preocupasse com o outro... eram os chamados "amigos por conveniência".Naquele dia estávamos tendo o último período de aula de orientação vocacional, aula que só havia poucas vezes no ano e que poucos se importavam. A temática daquele dia era profissão. A professora estava perguntando qual era a profissão dos pais de cada um até chegar num desses que se inseria no grupo do fundão, ele disse que o pai dele trabalhava na prefeitura, mais precisamente na empresa de coleta de lixo da cidade. Claro, um dos colegas pra não perder a ocasião disse em voz alta que o pai dele era lixeiro e todos começaram a rir, inclusive o meu colega que havia respondido, afinal de contas o pai dele era o diretor da unidade. Este meu colega era o último da fila e eu estava no primeiro lugar da próxima fila de modo que iria ser o próximo a responder. Meu pai tinha um outro cargo qualquer numa empresa mas não foi o que respondi. Quando a professora me perguntou todos ainda estavam dando altas risadas, respondi olhando para os meus colegas que meu pai trabalhava também na prefeitura e que era lixeiro, meus colegas pararam de dar risadas e me olharam, eu levantei e lhes encarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qual é a diferença entre alguém que possui um cargo gerencial e um lixeiro? No que peca o ato de recolher lixo para sobreviver? Qual a diferença entre o presidente da república e uma doméstica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos nesse mundo possuem os mesmos direitos e devem ser tratados como iguais, assim como não devemos tratar melhor o nosso chefe e maltratar as pessoas com cargos menores. Se tratas teu chefe bem, tens a obrigação de tratar a todos do mesmo modo, assim como não deveria haver uma diferença galáxica de valores de salários. Se te contentas com a situação cotidiana que vemos a primeira coisa que deves mudar para que tudo mude não é fazer uma revolução mundial e sim uma revolução interna, essa é mais difícil, demora mais e com certeza te trarás maiores resultados, aliás nada é justificável pelo resultado e sim pela certeza de que é o certo a se fazer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-6853513621145644219?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/05/igualdade-i.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-5299561956230664169</guid><pubDate>Wed, 07 May 2008 00:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-07T05:29:47.432-07:00</atom:updated><title>Lapidando</title><description>Certo dia estava conversando com um colega. Ele tinha mais ou menos minha idade e era muito comunicativo, era bom nisso e todos os que conversavam com ele saíam alegres e felizes, esqueciam dos problemas e desventuras que haviam ocorrido. Sempre tinha um sorriso em seu rosto e um jeito especial de cumprimentar cada um, como se estivesse esperando por aquela pessoa o dia inteiro.&lt;br /&gt;Lhe perguntei o porque de estar feliz... me respondeu que não havia um motivo exato por estar feliz... que aquele dia havia acordado, aberto a janela e se deparado com um céu muito claro e azul, que se alegrou ao olhar e que tinha certeza que o dia seria ótimo.&lt;br /&gt;Naquele dia ele sofreu um acidente e faleceu. No seu enterro havia uma multidão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na volta para casa eu estava pensativo... porque deveria ocorrer algo tão terrível com alguém que distribuía calor e vivacidade a quem se dirigia a ele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certas pessoas nos alegram quando vivas mas nos marcam profundamente quando partem. Tempos depois comecei a abrir a janela depois de acordar e a agradecer por aquele dia que se iniciava, procurava assumir a certeza de que deveria levar o amor traduzido em presença para todos e pessoas diversas vinham a mim para contar seus problemas e infortúnios mas quem haveria de ouvir os meus?&lt;br /&gt;E descobri que meu colega ainda estava presente dentro de mim. Todos os dias além de acordar para o dia que se iniciava também contava o que havia dentro de mim ao meu amigo e assim estava pronto para aquele dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito tempo para pensar nos outros e pouco tempo para mim me preencheu a alma e já não havia mais o que falar ao meu colega nas manhãs além de um belo sorriso e a promessa de fazer do dia uma dádiva infinita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-5299561956230664169?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/05/lapidando.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-7832047759059343527</guid><pubDate>Thu, 01 May 2008 00:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-30T17:57:18.725-07:00</atom:updated><title>O Primeiro Sentido</title><description>Um dia passei por uma grande avenida movimentada. Carros buzinando, gente passando falando ao telefone, enfim, o caos cotidiano. Percebi que já não ouvia o barulho dos meus passos nem o som dos objetos que balançavam dentro de minha mochila. De sopetão parei, coloquei os dedos nos ouvidos e fechei os olhos... queria ter um tempo só para mim, estava cansado de ouvir um barulho que não tinha nenhum sentido.&lt;br /&gt;Então, desde aquele dia decidi que haveria de escutar as coisas com "um quê" especial, como se cada coisa que me dissessem fosse apenas o que haveria de ouvir o dia inteiro.&lt;br /&gt;Eis a conclusão que cheguei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas sentem necessidades excruciantes de expressar suas idéias e de manter, verbalmente, um caráter decisivo sobre determinados fatos cotidianos, de modo que deixem explicitamente quais são seus objetivos 'imediatos'. Digo isso pois em conversas informais as pessoas tem alto grau de impossibilidade de falar sobre o que realmente pensam... do que é certo ou errado para elas... e por isso, e principalmente por esse 'comportamento abrasileirado' de sempre concordar com o que os outros dizem, muitas pessoas acabam se contradizendo.... ora falando o que pensa, ora concordando com o que ouvem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agonia do ser é de não emitir qualquer manifestação, fator que precede as ações.&lt;br /&gt;Mas escutar representa muito mais do que uma 'anulação' de pensamentos. É algo nobre e que deve ser cultivado a cada dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutar para haver harmonia nas relações, para que o valor do que é dito aumente mas que haja o mesmo valor que a escuta e que quem escuta faça-o de forma sincera e verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutar não é de forma alguma a anulação do pensamento e sim o reforço do caráter próprio, a prática do respeito integral por cada ser humano, para que o mundo creia que existe um futuro melhor, a partir de relações mais "audíveis".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-7832047759059343527?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/04/o-primeiro-sentido.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-1150956217709077818</guid><pubDate>Thu, 24 Apr 2008 22:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-24T15:42:11.252-07:00</atom:updated><title>Flores</title><description>Certo dia, num parque havia um casal de namorados passeando. Estavam conversando sobre as qualidades de ambos e estava tudo muito bem, até que começaram a falar dos defeitos que cada um percebia no outro... o que a chateava, o que o deixava irritado... e a conversa virou uma discussão. No começo estavam juntinhos e naquele momento estavam a dois metros de distânicia um do outro. As pessoas que passavam por ali já notavam o tom de voz excessivamente alto dos dois e passavam assistindo, como se fosse um espetáculo. A cena exibia duas pessoas a plenos pulmões que negavam escutar um ao outro, enfim, era realmente deprimente.&lt;br /&gt;Num segundo instante veio uma criança de mais ou menos 7 anos com uma flor em cada mão, ela tinha um semblante harmonioso e feliz e de passo em passo chegou vagarosamente perto do casal que já apresentavam as faces avermelhadas de tanto gritarem. A criança olhou para a situação e disse um 'Olá'. Os dois subitamente pararam de gritar um com o outro e começaram a olhar para a criança. Então ela foi até os dois, entregou uma flor para cada um e começou a contar uma história.&lt;br /&gt;"Certa vez, num campo de flores eternas haviam espécies de vários formatos, cores, alturas e perfumes totalmente diferentes e todos os dias havia uma abelha que as visitava para colher o néctar. Ela era sempre muito cuidadosa  ao escolher uma flor, pois era de apenas uma que colhia a quantidade que necessitava, ela se demorava pairando sobre as flores para escolher a mais perfeita e bela. Até que certa vez escolheu uma que ao chegar perto notou que já havia lhe visitado, pensou consigo mesma o porque de haver escolhido ela novamente e porque não apenas uma vez ou todos os dias. A abelha compreendeu que cada dia as pétalas e tudo que a atraía nas flores mudava, de modo que se um dia havia uma pétala em uma flor que não estava bem ou murcha no outro dia a flor tinha a possibilidade de trocar as pétalas e tudo que não ia bem para que ficasse perfeita."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Assim são as pessoas. A criança disse para o casal. Todos os dias temos a possibilidade de melhorar o que não vai bem e manter o que vai bem de modo que nos aperfeiçoamos continuamente. Cada um não deve olhar para o outro como se tivesse aquele defeito de ontem ou de há poucos instantes, também nossos olhos devem se regenerar diante das pessoas, mas quem deve dar a possibilidade para mudar somos nós mesmos. Estas flores que lhes dei tem vida finita mas o que vocês devem sentir um pelo outro deve ser algo infinito, ressaltem o que vêem de belo um no outro assim como ressaltariam as belezas destas flores e deixem de lado as "pétalas murchas"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-1150956217709077818?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/04/flores.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-6247965119729323794</guid><pubDate>Thu, 17 Apr 2008 23:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-17T16:33:04.421-07:00</atom:updated><title></title><description>Certo dia estava brincando com meus irmãos. Claro, brigávamos por qualquer coisa. O que um tinha nas mãos o outro queria ter, não pelo desejo de brincar com um outro brinquedo mas porque havia uma vontade de possuir o que o outro possuía. eu era assim pelo menos, meu irmão já não era assim, se ele não podia ter para ele em tempo integral o que tinha no momento, pegava seja lá o que fosse e o destruía. Uma vez por não poder controlar o canal de TV de acordo com a sua vontade (logicamente os outros irmãos queriam assistir outras coisas) ele, num momento de raiva intensa, jogou o controle remoto contra a parede e o fez se desintegrar em diversos pedaços. Depois ele sofreu as conseqüências mas aquilo ficou marcado para mim, altamente relacionado a possessão de bens. E pensar que hoje em dia tem gente que apenas pensa em agregá-los. Talvez meu irmão teria se tornado um deles e eu também se um dia não tivéssemos feito uma visita um tanto quanto peculiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia fomos com nosso pai visitar uma senhora que morava numa favela próxima de nossa casa e levar-lhe comida. Quando crianças sempre fazíamos isto, eu e meus irmãos odiávamos, pois gostávamos do nosso mundo do jeito que era e estar em outro que tinha menos condições que o nosso não agradava muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao entrar na casa da senhora levei um choque. A casa era construída precariamente, fogão de lenha e o chão era terra batida altamente irregular, mas o que mais me impressionou foi que no pé de uma das paredes havia um buraco que dava liberdade para a entrada de um esgoto. Nunca havia visto tal situação em nenhuma das casas mais palpérrimas que visitei. Havia esgoto correndo da favela direto para aquele buraco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me colocar na situação daquela senhora foi algo que me custou anos. Ainda penso no egoísmo desse mundo e como alguém pode deixar de pensar no bem comum ao se posicionar num cargo que responde pelo futuro e condição de vida de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, ainda acredito numa política nova onde o bem comum será o motivo para todos estarem ali, afinal de contas desde o princípio os fins nunca foram outros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-6247965119729323794?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/04/certo-dia-estava-brincando-com-meus.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-7801445657501401032</guid><pubDate>Wed, 16 Apr 2008 01:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-16T08:12:42.846-07:00</atom:updated><title>A prática do dom</title><description>"Quando era criança minha mãe participava de um coral. Era um coral de uma igreja e um dia mamãe me convidou para assistir. Nunca na minha vida havia escutado algo tão belo. Não que a letra fosse bonita mas ao olhar nos olhos de cada um ou cada uma que compunha aquele corpo, parecia que haviam nascido apenas para aquilo. Tomada de imensa euforia me levantei do meu banquinho (que minha mãe havia posto perto de onde ela estava para que ficasse de olho em mim) e de pronto soltava a voz no mais alto som. O coral parou de cantar no mesmo minuto devido ao meu gesto inocente e totalmente desmedido e os que não haviam reparado foram brutalmente parados pelo maestro que com um gesto brusco ordenou a todos que se calassem. Havia algo em seus olhos que não poderia adivinhar. Na minha pequenês pensei que ele estava muito bravo e me recolhi ao meu banquinho novamente pensando ser a melhor postura diante&lt;br /&gt;do acontecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então o maestro me encarou como que tentando desvendar-me. Minha mãe ao ver a situação se mexeu em direção ao maestro balbuciando algo com 'desculpas' e 'é minha filha'. O maestro no mesmo instante pediu que parasse de falar. Veio direto na minha direção, ajoelhou na minha frente e começou a chorar. Eu nunca havia visto alguém além de meu mano mais velho chorar (ele sempre chorava por tudo). Instantaneamente me senti envergonhada e saí correndo da igreja até a porta onde minha mãe veio me seguindo a passos largos até me alcançar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você tem um dom minha filha. Ela me disse.&lt;br /&gt;- E eu vou saber o que é dom? Respondi inocentemente.&lt;br /&gt;- É quando alguém tem a habilidade para fazer algo sem nenhuma técnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir desse dia ia todos os dias com minha mãe ao coral. Me sentia bem e sempre ao final o maestro gostava de trocar umas palavrinhas comigo, como estava minha garganta, se doia ou nao&lt;br /&gt;(eu nunca me senti mal cantando, em nenhum trecho de qualquer musica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim fui crescendo e nosso coral foi participando de festivais. Ganhávamos muitos prêmios e me sentia feliz por fazer algo que gostava.&lt;br /&gt;A primeira vez que fiz um solo foi algo muito especial. Todos pararam para me ouvir e quando terminei ouvi a maior salva de palmas que pude presenciar na minha vida. encontrei ali a resposta concreta do que seria um dom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na escola estava um dia no intervalo distraída cantando uma das músicas que mais gostava. Como não havia ninguém por perto comecei a cantá-la um pouco mais alto para ensaiar. Uns colegas que estavam passando me viram cantar, as pessoas sabiam que eu cantava... quando me pediam que cantasse as músicas que estavam nas rádios eu ia ouví-las apenas para fazê-las felizes e ouvir cantá-las juntamente comigo. Aqueles colegas chegaram perto sem eu perceber e de repente ouvi gargalhadas. Assustada, parei de cantar e olhei para eles, estavam realmente felizes me debochando. Fiquei chocada e perguntei o porque da atitude, eles me disseram que eu "cantava musiquinhas de igreja" e que por isso iriam contar a todos que era uma "madre".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei em casa muito triste, me tranquei no quarto, não queria mais ver ninguém. Os dias que se seguiram foram os piores do colégio, todos me olhavam e cochicavam entre si, agora tinha um novo apelido. As meninas que eram minhas "amigas" para não ficarem mal faladas deixaram de conversar comigo e me senti num abismo total. Desde aquele dia nunca mais cantei. Deixei de ir ao coral e nunca mais pensei em cantar alguma música por mais animada e entusiasmante que fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia na minha adolescência minha mãe recebeu um telefonema. Estava assustada e confusa pois um amigo seu estava muito mal no hospital e haviam pedido que sua mãe fosse para lá visitá-lo. A surpresa: eu deveria ir juntamente com ela, seu amigo lhe pedia. No caminho não entendia o porque de um amigo de mamãe estar pedindo que também eu fosse junto com ela. Talvez quisesse ver alguém jovem, ou uma menina... Ao entrar no quarto entendi. O amigo de mamãe era o maestro que há muito tempo estava doente. O quarto estava cheio e sua familia estava toda ali. Mamae foi cumprimentar-lhe mas seus olhos nao saiam de mim. Os médicos haviam dado poucas horas de vida a ele e seu último desejo foi dirigido a mim através de sua boca. Gostaria de me ouvir cantar a Ave Maria ali, naquele momento. Meu coração iniciou uma briga interna, pois fazia anos que não cantava e que não desejava fazê-lo, mas a uma pessoa que sempre me foi tão querida e que de certa forma também era meu amigo não poderia deixar de recusar um pedido. Afinal de contas na escola as colegas que mal conhecia me pediam que cantasse músicas e eu não iria cantar para alguém como o maestro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um minuto de concentração para lembrá-la, até eu estava na expectativa de me ouvir. Uma nota enfim deveria sair de minha boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecei a cantar. Ao término aquele maestro me olhou com os mesmos olhos e com a mesma expressão de quando eu tinha apenas poucos anos e tinha feito aquela cena na igreja. Saímos do quarto e poucos minutos depois o "nosso" maestro já estava descansando em paz para sempre.&lt;br /&gt;Pouco depois sua familia saiu do quarto, fiquei com vergonha ao ver-lhes e me perguntei o porque de não ter ainda ido embora. De repente todos vieram me abraçar chorando e com esse ato entendia muito menos a situação, enfim devia consolar-lhes. A esposa do maestro olhou para mim e disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele estava há anos querendo ouvir você cantar. E agora estou chorando não porque ele foi embora mas porque nunca na minha vida ouvi algo que me preenchesse o ser. No mesmo instante me lembrei do meu primeiro beijo, do meu primeiro namorado e do meu casamento. Você, menina, tem um dom que não pode esconder para si, pois já não mais o pertence. Não colocares em prática é o mesmo que jogar uma vida inteira fora, coisa que meu marido não o fez, jamais. Cante minha menina, cante!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E na história daquele hospital nunca se ouviu algo tão belo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não deixe de colocar seus dons em comum. Nunca se sabe quando eles deixarão de ser seus, o momento presente é a dádiva e a oportunidade de colocá-lo em prática. Você tem muito mais dons do que pensa ter.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-7801445657501401032?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/04/prtica-do-dom.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-7191680102717118079</guid><pubDate>Fri, 11 Apr 2008 00:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-10T17:29:14.901-07:00</atom:updated><title>A árvore tem as suas raízes</title><description>Um dia a semente germinou, aos poucos foi se ajeitando e buscando o ar naquele ambiente que fazia um bem&lt;br /&gt;tão grande a ela que a alegria foi o seu primeiro sentimento. Viu aquelas cascas em sua volta&lt;br /&gt;mas não parou para pensar de onde elas vieram. Os dias se passaram e as raíz pode se alimentar dos nutrientes&lt;br /&gt;que a terra lhe proporcionava. Um dia ao despertar foi tomada por uma sensação nunca antes sentida, através&lt;br /&gt;das suas fibras brotava algo que não sabia descrever mas que era imensamente prazeroso... o sol pela primeira&lt;br /&gt;vez naquela manhã banhava suas pequenas ramificações e a impulsionava a querer crescer cada vez mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo foi passando, a semente deixou de ser um pequeno ramo para ser uma pequena árvore, agradecia ao sol por&lt;br /&gt;cada dia que vinha visitá-la e se despedia todos os dias pela tarde. A pequena árvore se tornou uma das maiores&lt;br /&gt;ali presentes. No seu auge era puro esplendor, os pássaros vinham lhe visitar, animais de todos os portes e&lt;br /&gt;raças vinham buscar suas sombras e tudo era belo e perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia sentiu pela primeira vez o cansaço de anos e anos incrustada naquela parte do solo, o qual conhecia melhor&lt;br /&gt;do que qualquer ser que se proposse a descobrir os arredores.&lt;br /&gt;Nós não deveriamos viver para sempre? A árvore se perguntou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então lembrou do dia em que se deu por si que existia, viu aquelas cascas que estavam ao redor dela e entendeu,&lt;br /&gt;ela própria antes era semente e teve de morrer a si mesmo na quele momento para germinar, crescer e se tornar&lt;br /&gt;uma bela árvore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela olhou discretamente para as suas raízes e contemplou o que antes era apenas uma semente e fazia aquilo todos&lt;br /&gt;os dias no entardecer para se lembrar e ser grato de que um dia, enquanto semente, aprendeu a morrer a si mesmo&lt;br /&gt;na forma mais literal do ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morrer a si mesmo no momento presente está longe de ser um ato passivo. É uma obra sábia e digna de quem a executa&lt;br /&gt;e tão misteriosa quanto o ser que nela age e existe, pois só ela saberá de seu ato enquanto ser, saberá o que&lt;br /&gt;acolheu e o que anulou para ser inteiramente receptivo aos que com ela convivem e que nela acham o refúgio de&lt;br /&gt;suas aflições.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-7191680102717118079?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/04/rvore-tem-as-suas-razes.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8124289617622531694.post-3340115755927957860</guid><pubDate>Wed, 09 Apr 2008 15:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-09T09:09:27.269-07:00</atom:updated><title>Dia Completo</title><description>Um dia um homem andando na rua estava cabisbaixo. Não pudia acreditar que tal coisa havia acontecido com ele. No coração sentia as amarguras da desventura que havia sofrido e sequer pensava no seu rumo, estava no piloto automático, tomado por uma sensação entorpecente. Então ao ver um menino vindo em sua direção notou algo de diferente em seu olhar, estava feliz por ter nas mãos um picolé do sabor que mais gostava. O menino contente de sua situação não viu que seu tênis estava desamarrado e no próximo passo estava desabando no chão e seu picolé caido de sua mão. Então o menino foi correndo pra casa chorando. Ali o homem compreendeu que também havia tropeçado e que havia perdido seu picolé. O que aconteceria com o menino que perdeu o picolé? Haveria de ser consolado pela mãe, a mãe iria comprar outro picolé ou o menino sem nenhum amparo teria de esquecer a situação sozinho?&lt;br /&gt;    E o homem no seu caso? Iria viver qual das situações?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O homem aprendeu uma coisa naquele dia que o fez superar seu problema, chegar em casa, dar um beijo na esposa e entregar um presente ao seu filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Ele aprendeu que na vida sempre perdemos coisas que nos é importante mas que nunca possuiremos. A vida é curta para se agarrar a um objeto, no entanto é preciso ressaltar o valor do objeto não mais do que ele realmente vale. Afinal de contas, o que é um picolé?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O presente para seu filho? Você já deve saber.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8124289617622531694-3340115755927957860?l=diadiferente.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diadiferente.blogspot.com/2008/04/dia-completo.html</link><author>noreply@blogger.com (Gajo)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item></channel></rss>